My book

Sempre que falo que me formei na Uniban, termino a frase dizendo "mas eu era bolsista". Hoje, sete anos após a graduação em Jornalismo, começo a considerar uma brincadeira que persiste por força do hábito.

Certamente eu modificaria tantas coisas que já escrevi. Não seria diferente com esse livro-reportagem feito como trabalho de conclusão de curso. Mas essa sensação é aquela de quem vive: de imputar esperança e certa devoção ao "se".

Ele fica aí mais do que como portifólio, mas como uma experiência que marcou quem eu sou e o que transmito.


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Um projeto acadêmico sobre as relações entre Brasil e Paraguai, com depoimentos que revelam que o passado é recorrente. Uma abordagem histórico-jornalística da guerra que dizimou mais da metade da população paraguaia; porque só quem lembra da guerra é quem tem o país desolado. O quintal do Brasil se levanta numa luta legítima. Com a queda do nada saudoso Partido Colorado, o Paraguai se fortalece e protesta contra o neo-colonialismo brasileiro, que se veste de esquerda e prova que o Mercosul é uma farsa, ou no mínimo pouco influente para o povo. O livro segue como teoria base a do historiador Doratioto, um dos entrevistados. E embora lembre o desejo iminente de guerra de Lopez, não deixa de mensurar os estragos causados pela Tríplice Aliança em uma das guerras mais longas da história. 

2 comentários:

  1. Olá, você escreveu um artigo que cita meu nome completo e usa uma foto minha, SEM AUTORIZAÇÃO. Discordo das opiniões pessoais que você dá sobre as poesias que escrevo e as performances que realizo e sobre o meu trabalho, meu ganha pão (além do que, vc usa o termo "industria da mosa" ou algo assim sem saber sobre o assunto pois, com certeza, sou o oposto do padrao da moda!). Acho ANTI ÉTICO o fato de meu nome completo ser citado, exijo que coloque, no mínimo, um codinome para proteger minha identidade (na psicologia temos cuidado ao falar de nossos sujeitos, além de autorização, preservamos sua identidade, pois temos respeito pelo ser humano. Também devo comentar q vc está equivocada em seus conceitos psicologicos). Também exijo que retire a foto minha, que sequer tem indicação do autor da foto (o fotógrafo também não autorizou o uso da imagem). Peço urgência. E atenção às normas éticas de conduta ao realizar pesquisa, este artigo é uma vergonha acadêmica!
    O blog profanaçoes começou como uma forma de me comunicar com amigos do RS qdo me mudei pra SP. Eu estudava o corpo, sua expressividade e representatividade como pesquisa nas artes visuais. Faço dança, circo e teatro. Para ganhar dinheiro trabalhei de modelo comercial ( meu perfil eh praticamente o oposto do da industria da moda, vc errou.. ah tb errou qdo disse q eu era formada em desenho e plastica, eu nao terminei a faculdade, só a iniciei. Vc mente muito em seu artigo, sabia?) O blog se tornou portfolio para trabalho de modelo pois odeio agencias de modelo, sao muito exploradoras, os poemas era uma forma de filtrar trabalhos mais artisticos q comerciais. Faço psicologia, meus textos falam sobre o q estudo. A frase q vc citou em seu texto sobre "ter q aparecer" foi ecrita a partir de uma aula de antropologia sobre a era vitoriana, o texto dizia q as mulheres serviam para aparecer, eram como os enfeites da sala, e então escrevi a frase. Temos que treinar empatia para sermos psicologos, os texto são exercícios de reflexão poetica sobre o q leio na faculdade e, agora, sobre os casos em q sou terapeuta. Você falou besteira, de novo. As fotos, de nu (q eh tema desde sempre na arte e meu objeto de pesquisa) são arte erótica, tenho orgulho delas e são trabalhos de modelo, não falam sobre mim pessoalmente, eh atuação performatica. É um portfolio poético, vc não compreendeu o mínimo! tsc tsc tsc

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  2. Andressa, repito que respeito sua opinião. Reitero que o objetivo não é atacar pessoas. Sua crítica é compreensível,mas durante o artigo eu menciono que diversos autores têm opiniões distintas entre si. Eu escolhi uma linha de pesquisa que não foi inventada por mim, mas é uma defesa de um autor, Lasch, conforme diz o artigo. Tudo o que reproduzi sobre você estava publicado em seu blog; eu não descobri nada e usei ineditamente. Por isso, tanto na página que contém a foto como nas citações e referências bibliográficas do artigo estão o exato endereço de web e data em que foram pesquisados. Esta é a norma ABNT, e de modo algum eu feriria a regra, pois certamente nem teria conseguido publicar o artigo. Esse é o preço que o pesquisador paga em defender uma vertente em detrimento de outra. Você estudou psicologia, sabe que ha conceitos com interpretações diferentes, às vezes opostas de autor para autor, mas o objetivo não é tornar a discussão personificada.
    Vale mencionar também que em nenhum momento eu critico o nu, pelo contrário. Eu, baseada em Bauman, defendo as várias manifestaçoes artísticas como respiros na realidade. A parte do artigo que menciona você tem ligação que os capítulos anteriores... Talvez você possa compreender o que defendo ao ler essa primeira parte.

    Mais uma coisa: você está fazendo este comentário no post sobre meu livro. Eu não escrevi sobre seu blog em meu livro, mas em meu artigo científico, cujo conteúdo pode ser acessado no link "My Research", acima.

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Éam?!?